(Poema completamente não indicado para menores por seu forte (?) conteúdo na forma e palavras que instiguem a interpretação dúbia . Segundo alguns).
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E Somos Tesão ... .. .
Tua boca sacana dona de minhas manhas ladeia o espaço de meu abraço e ao encontrar-me pequeno sanhaço visito o céu de tua virtude na saliva desmiolada de teu fruto metaforizado ao prazer de meu apetite no bico de teu gozo, jato, festa em minha plumagem, suave púbis orgasmática em que entra tua vontade pela abertura consciente de um meu desejo vadio e crescem os versos nus ereção de amasso e toques sem deuses, supra-realidades ou o mais de um estar e minar a face satisfeita o ato de consubstanciar corpos, mentes, essências, tesão, carnalidade, gozos e o inegável sorver de fantasias multidimensionais nas dimensões que nem sabemos medidas e explodimos reascendendo no fim o começo de formas perfeitas, encaixe, jogo para amantes, decifrados códigos, fonte de interesse daqueles pneumotórax's cientes em tangos argentinos no verbo sexual do ápice.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 08h45
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Conclusão. E então a porta se fechou e você parecia distante, uma insistente presença no arco de meus olhos a abrir certos pensamentos libidinosos. No espaço de atos suaves a cama cintilava a pele arena em que mãos tateavam a umidade de meu sexo em busca do seu, flecha de minha nudez sucumbida. Um vento matreiro cobria ponteiros de extenso tempo nos desejos de minha carne e eu, eu gemia contorções, abismos navalhados pelo gozo de recortes. Pouco a pouco seu calor doía em minhas coxas ritmo em sensibilidade ao seu penetrar pausado a excitar meus sorrisos arquitetônicos. Felina dispunha minhas manhas aos seus pêlos e entre apelos mordia o travesseiro a roçar ações imaginárias nas quais meus seios provavam seus lábios e as unhas riscavam a palavra tesão em suas costas a abrir pedaços de noites estelares em ingenuidade, uivo solitário de amantes vorazes. O escuro de minhas intenções clareava saudade devassa e o poema feito com sangue e desejo desabrochava branco no mar vibrante de meu corpo despojado ao ver além da porta trancada seu vulto sorrateiro preso ao remanso de meus delírios satisfeitos.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 00h19
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