Em atraso...
Dia das bruxas.
Terra Mãe Mulher Loba Ar Doçura Feminilidade Masculinidade Escudos do eu Sabedoria Filha dos astros Sol Lua Estrela Círculo de força Fogo Sangue Amante Água Harmonia Fada viva No centro da verdade Ancestral estampa d'alma Graça! Quinta essência.
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Um 31 de outubro com encantos*** e travessuras*** para todos! Doces Desejos!!!! Beijos!
Eliane Alcântara.
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Segundos multiplicados.
Por hora poderíamos nos desfazer e deixar ao chão essas coisas que ferem. Arrancar espinhos e deitar nuvens em doces brindes/beijos. Sorver nossas energias e devolvê-las na ponta da língua a lavar nossos corpos suados. Ler uma página com aquele primeiro poema e ouvir anjos benzendo nossos atos perto de conceitos divinos. Bordar o inferno com linha cor de rosa e morrer natureza verde a desaguar brotação de outras aragens. Inventar criatividade em nossos dedos, desenhos nas paredes a luz transparente da lua. Afastar a exaustão e amar sem pressa a eternidade dos olhos, lentes enamoradas de prazer por horas, sem fim.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 09h07
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Bem sei.
Bem sei que gostas de brincar com meus sorrisos talvez tenhas aprendido a apreender meus sentidos e nesta dança, fúria marcada de vários passos giramos vestidos de criança a permanência da liberdade. De um querer que tu queres eterno reina nos muros a performance de nossos tatos, fios aliados ao presente, tempo que nunca passa se estas em meus abrigos - sereno. Tatuagens e carne cintila a parte efêmera de uns dias idos e a partilha de sais constante sela suores de bocas úmidas, desejos a escorrer filigranas na teoria de nossos sonhos, prática suprema de algum segredo, entre as folhas de nossas mãos, pedaços de sortilégio dos que amam em leve emoção. Amanhece um ar de paixão nos olhos do tempo menino e minha saia, suave molecagem ao ar, brinda a alegria de senti-lo vento a sussurrar em minhas coxas a delícia de teus beijos onde busco força para o caminhar. Ajoelho em ti minhas súplicas e viro oração na prece de tuas voltas sou menina dentro de teus olhos no fora que abraça a mulher e restitui de fantasias o segundo, face real a aproximar-nos do paraíso, gérmen de ternura a abrir o período das flores, estação pólen em que nos amamos : gargantas, céu e bocas a salivar amor! Bem sei, fascinas...
Eliane Alcântara.
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Grande lição.
Ao amarmos um estado de graça nos preenche a alma e leves criaturas entre as mais belas de toda a natureza invadem a calma de quem sonha o prazer do descobrir-se. A beleza faz estadia em nossos olhos e a serenidade eclipsa com a sensibilidade a desatar luzes no peitoril de todos os nossos segundos. Nos transformamos silentes, arqueamos o período falante e despidos realizamos profecias artísticas para os sábios de coração. Ao amarmos, perdidos animais, encontramos nossa racionalidade, dançante imagem a pernoitar o roteiro de telas azuis, céu a produzir efeitos únicos em nossas estrelas. A magia, dama de vestes translúcidas, casa nossos olhares e somos forma e vida a integrar a criação. Reinos distantes são presença aos nossos pés na doutrinária razão de uma emoção sabida eterna e todo o sentir brilha no outro, realidade soberana, marca fundida. E, se nos ama o amado, crescemos raios, ternura exata nos cílios trêmulos entre os bosques de nossas alegrias. Ao amarmos tecemos um pedaço do universo na ponta do coração e a alma decora com singelos miosótis a grandeza de acordarmos a semente eterna de bondade inserida em nossos cios. Ao amarmos, captamos a ciência do mundo e aqueles que nos enxergam ingênuos passam pelo tempo sem saber das delícias do amor. O amor é um paraíso para quem entende a obrigação de ser feliz. Ao amarmos... Retornamos ao ventre materno. Eis a grande lição. Ame!
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 09h30
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