Eliane Alcântara.


 

...

 

Caminho rendida em saudades

Horas acesas no peito

E nada apaga a chama intensa em meus olhos

Ao rever o silêncio dos sonhos em baile de gala.

Encanto-me com pequenos sorrisos

E a ternura aquece o mais puro em mim.

Não sei se festejo ou me calo

Alegria espalhafatosa e discreta,

Festa única de quem vive equilíbrio e liberdade,

Doce pena.

 

 

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 19h23
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Esboço.


Quando sinto sua pele a minha roçar

Gozo nossas leves mordidas

E golpeio sua nuca com a língua.


Meu corpo em festa

É entrega, devoção sem dúvidas,

Envolvimento em arte e prosa.


Remete-me seu amor desesperado

Em dedos juntos, suados, melados.

No colchão joelhos fincados: suave adesão.


Dono dos meus carinhos sorri safadamente.

Minha boca engole a sua, salivada.

Morno enxerta os meus delírios.


Lambo-o, cadela carinhosa com a cria.

Da sublimidade do ato, o que mais amo,

É seu jeito animal a tatuar-me os dias.


Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 12h35
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 Sopro.


Ando atualizando a vida

onde seu nome sobra poeira

inútil.


Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 22h46
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Um talento nato registrando sua assinatura poética

 

Na formação do seu refinamento lingüístico, antevê-se o perfil dos prodigiosos escritores que, desce cedo, são ávidos leitores. Não se pode negar às suas inúmeras leituras, o mérito do aprimoramento da Língua como ferramenta de trabalho, que foram passos sólidos para Eliane Alcântara despontar para as letras.

Quer como contista, quer como poeta erótica, colunista ou declamadora, a autora destaca-se por um estilo inédito e, ao mesmo tempo, refinado, encontrando seu nicho nas artes literárias, onde, com toda certeza, com a catarse que a arte de escrever lhe provoca, vive em condições muito especiais, onde a maioria das pessoas não atinge.

Esse seu, pode-se assim dizer, derramamento desenfreado de sentimentos mexe com os afortunados que têm a oportunidade de lê-la. Como se sua catarse poético-terapêutica tivesse como finalidade o reconhecimento, a aceitação da beleza do encontro e da partilha de dois indivíduos que se mesclam, em momentos íntimos de ternura e prazer. É preciso generosidade até para estar com o outro, de onde vem o retorno que completa e faz feliz; segredo do sucesso de uma relação prazerosa, que causa leveza, deixando a séculos de distância a conotação de pecado.

Sua mimese, isto é, imitação da realidade em letras, sua realização como mulher, base do desenvolvimento do trabalho, apresenta as facetas do espelho, do encontro com o outro, do avesso; todas encantadoras e surpreendentes.

Seu erotismo é classificado como o fino fio que tece a humanidade. Afinal, encontros sensuais marcaram nosso nascer para o mundo. No seu contexto, são descartados os encontros infelizes, as perversões da mistura íntima de seres que se machucam, que não se completam mas mesclam-se no ato sexual. O ser humano precisa se dar conta que o peso leve da sensualidade permeia seus caminhos, de uma forma sadia e feliz, permitindo aprender de si no outro, deixando um pouco de leveza ao indivíduo que carrega pesos do mundo, quando encontra seu referente, outro indivíduo que se encaixa nele tão bem como se sempre assim já tivesse sido.

É preciso tirar as viseiras que as muitas concepções errôneas causaram ao homem. O erotismo é parte integrante do ser humano. São tantas as partes do ser humano… E todas são humanas, são verdades, são belas. Obra alguma de Deus não se pode desqualificar. É acreditando que, acima da arte, está a sua contribuição para seres humanos mais felizes, que a poeta transforma-se em poesia. Generosa, quer compartilhar com o mundo sua descoberta. Verdade é que muitos já tentaram faze-lo, mas longe da sua fluência verbal e da delicadeza das palavras para dissecar o sagrado da intimidade.

“Escrever é como o ato de ler. Temos que voar. Libertar as asas e descobrir que o céu não oferece limites”, disse esta poeta uma vez. É a necessidade do encontro e erotismo latente em cada pessoa que parece dizer “Engula o seu jeito atrevido que eu esperei muito para comer sua boca e não serão palavras que impedirão que eu rasgue os seus segredos”. Muitas vezes, todos experimentam momentos em que sentem-se sós, ainda que acompanhados. Há uma superação poética na literatura de Eros Feminino, como se causasse ao leitor um êxtase existencial. É sua missão escrever, desbravando induções, revelando beleza onde muitos só vêem pecado. E, assim, afastam-se do reconhecimento mais íntimo de si no encontro com o outro.

Descubram também vocês o secreto de cada um de nós no Encontro Íntimo que nos proporciona seu Eros Feminino. Aguardem para o segundo semestre de 2009 esse lançamento imperdível.

CRUZ, Ana da. Um talento nato registrando sua assinatura poética (Crítica Literária). Mural dos Escritores. URL: [http://muraldosescritores.ning.com/profiles/blogs/um-talento-nato-registrando] 31/01/2008.



Escrito por Eliane Alcântara. às 14h47
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 Poema Passional.

Cala o silêncio que não se manifesta,

a dor que permeia aquele riso sem brilho.

O frio toca passeando no fundo do vazio.

Não há gritos de desespero nem de horror.

Apenas as pernas soltas.

Livres e presas no elo de nós dois.

Rompe a manhã oculta, luzes se apagam.

Sons circulam minha presença.

Ideais, idéias diversas caminham.

Seguem.

E nós seguimos com as horas,

companheira do sofrimento,

a trasnformar-nos em amantes.

Rascunhos na borda de um copo.

Espuma que some.

Gosto que fica, além do silêncio.

 

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 21h20
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Solidão.

Ando as tantas inventando novas viagens.

Cansei de olhar ao redor e não enxergar.

Dias atrás estive não sei onde.

E lá aonde tudo era perfeito pari outra.

Agora ela persegue os meus mundos

Estou voltando para o enigmático deserto.

Lá os crimes são perfeitos: pó a pó.

Basta de fantasias, ela que se afogue areia.

Sou medusa dos meus próprios reinos.

 

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 12h17
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Dias meus.

Tem dias que brinco comigo

e busco um sorriso em algum fundo de traço,
talvez um caminho em que me encontre
ou algum outro no qual me perca.
Tem dias que dispo minha alma
e reviro-me criança fera de um não delírio.
Deixo a tristeza  pintar um mar
e nuvens filmarem alegria.
Tem dias que cavalgo poesia
e planto palavras nos pés de meus anseios,
outros rasuro malícia e desmancho segredos
tatuados na ponta de alguns prazeres.
Nos dias escritos desencravo dores
destilo amores e afago torrentes.
Tem dias que saio de mim
olho de fora e queimo por dentro.
Tem dias nos dias férteis que viro semente
e de mim broto mulher alucinada
com minhas taras e meus frágeis medos.
Tem dias que esqueço de mim
e sem querer me acho, inteira.


Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 09h18
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 Plena imaginação.

Amo seu cheiro que vem com o vento
Acordar meus suspiros, acender minha teimosia.
Amo suas mãos delirantes a passear meu corpo,
Descobrir novas formas de prazer.
Entrego meus sentidos aos seus delírios,
Quentes abraços de ternura.
Visto a tarde de sussurros em seu ouvido,
Aninho minha sede em sua pele adocicada.
Beiro a consagração de nossos órgãos,
Enlaço nossas bocas ao cabível no que entorna de nós ao ar.
Relaxo minhas conclusões, embaralho nossas vestes.
Deslizo audácia em sua fome, comendo do que nos alimenta.
Amo sua determinação ao tomar-me,
Ao conduzir-me ao paraíso dos mortais,
Quarto crescente de tudo que nos é destinado.
Escolho um som para nos musicar
E de olhos fechados valso seu corpo
Em serena e louca perseguição.
Amo essa fantasia ensolarada, esse perfil cabalístico,
A tecer de nós um desejo único:
Esgotar de prazer escoando em início
O fogo que me queima quando penso em você.

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 14h14
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 refrescante.

no banho a mão
escorrega
espuma e bolhas
                      .
                          .
                               .
                                                  ... escondem
a água morna
escorre
e o calor junto a ela
satisfeito d
                    e
                         s
                              c
                                  e
                          .
                     .
                 .
                                      ralo abaixo.

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 16h26
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 Roubei essa imagem do endereço:
cassiojps.brinkster.net/ porto/
Não sei de quem é...

 Peço desculpas pela ausência aqui
e nos blogs das pessoas amigas.
Voltarei em breve. A postagem desse
soneto não é por falta dos meus rabiscos.
Continuo escrevendo. É por medo do
eu-poético, meio louco esses dias...
Porém... Estamos em excelente
companhia!!! Beijos.

Ah, um soneto...
Fernando Pessoa - Álvaro de Campos


Meu coração é um almirante louco
que abandonou a profissão do mar
e que a vai relembrando pouco a pouco
em casa a passear, a passear...

No movimento (eu mesmo me desloco

nesta cadeira, só de o imaginar)
o mar abandonado fica em foco
nos músculos cansados de parar.

Há saudades nas pernas e nos braços.

Há saudades no cérebro por fora.
Há grandes raivas feitas de cansaços.

Mas - esta é boa! era do coração

que eu falava... e onde diabo estou eu agora
com almirante em vez de sensação?...

***



Escrito por Eliane Alcântara. às 09h52
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 Ok... Tentativa.
Pensei em inserir um poema no outro, ou seja,
deixar que um com final, sem ponto final
puxasse outro.

***

Ontem

As fendas nas quais cultivavas meus sorrisos
eram ideogramas de leituras não feitas
por minhas inconciliáveis palavras,
margem de pus e suor em meu peito

Ainda

Do lado de lá circulavam manhãs
quando eu tardia pioneira do nada
abria a mochila de meus sentimentos
e via voar sem um mínimo de pressa
faíscas molestadas por minhas asas,
plumas seduzidas em alinhamento idôneo,
verão calvo de um sol desfeito

Mas

Nada tendo de nada que sei
e do que sei tendo nada,
apenas carreguei mãos abertas
a benzer teus olhos com loucura
meio a razão e a tentação

Agora

Dou-te sem medo do que não sei
minhas horas vividas, vindouras.
Faz tempo ... um dia eu serenei...
Hoje orvalho sendas...
Por zelo leva a faixa à vida.
Prossigas!

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 18h47
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 Emocionada divido com vocês esse presente que mais que uma surpresa
deixou mais alegre meu dia : )
Muito obrigada, Devair!
Beijos.
Eliane.

***

 Amor e Amizade.

E
u   quero

Lhe dar pelo menos um
Instante de inspiração!
A paixão, o amor
Nunca faz mal a ninguém!
Escritora dos apaixonados. Fazendo alegria de quem gosta de

        Amar
           Linda e
             Carismática, poderia escrever um
        MontÂo de adjetivos que justificaria toda sua beleza  exterior... mais a interior é que te faz grande!
                   Te amo sem te amar...
                      Amor como as águas de um 
                         Rio que se passa levando consigo o nutriente para um
                             Amor apaixonado de dois amigos.
 
                                             Devair G. Oliveira


Escrito por Eliane Alcântara. às 16h17
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Encontrei esse escrito com o poeta Jorge Humberto (2003).
Postando...


A começar.

Sem solidão, com saudade
canta o poema frágil
respirando o vento a varrer o chão
nas canções e devaneios
a fazer companhia na manhã
quando a sombra é efeito da luz
a luzir por missão
do contínuo existir.

Eliane Alcântara.
29/07/03

***


A terminar

Minha alegria, minha canção,
Meu poema que percorro
Noite e dia, minha solidão,
É devaneio, sensação na pele,
Cacos pelo chão que o vento repele,
Por isso eu digo, pau ou pedra,
Que se a ambos medra
A sombra, por inflexão da luz,
O que neles deixo, em mim é
E já reluz.

Jorge Humberto.
29/07/03.



Escrito por Eliane Alcântara. às 09h09
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 Esta foto é da primeira flor que surgiu em meu quintal,
no qual tenho insistido criar um jardim.
Para você, Luiz Magno, que tanto me incentiva
a prosseguir com esta idéia (do jardim).

 


                                                       Trepadeira.
Minha boca amanheceu botão
                Cada galho
Suguei de teu orvalho                                    Engalha teu sexo
Razão para o meu florir.                              Ao meu desejo.


*** 
                                                  Sementes Virgens.
Não vesti manhã                 Nem tudo morre
Não ousei calçar sol            Nem tudo some
Minei temperatura                 Tua masculinidade
(adequada)                    Ecoa em mim
A sua brotação.                  Rumo ao futuro.

Eliane Alcântara.



Escrito por Eliane Alcântara. às 14h58
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Maturação.
 
Pelo silêncio das palavras em mim emudecidas
Forço um poema e deixo-o adormecer nas horas,
Bebê saciado com leite materno.
Sinto-o aninhado em minhas entranhas,
Carícia bem leve pela trilha de meus amores
E mudanças tantas em um país sem medo
Das cores senhoras de nossa raça.
Rezo um pouco para deuses e santos,
Quero a comédia de alguns
E a sanidade extrapolada de outros.
Peço um verso aos meus dedos,
Uma rosa para quem tem fome de vida,
Pão para quem tem sede de corpo.
Observo a carência de tudo
E o segundo corre a gritar pelo dia,
Minha fonte de claras proezas,
Sentimentalidade concreta
__ roda de brincadeiras__
Ingênua maneira de ver
O poema que agora é pique esconde
Lá no fundo de meus pensamentos.
Dorme, menino, dorme.
Amanhã a dor irá passar e você acordará
Novo, pronto, livre das rédeas, guerreiro!
 
Eliane Alcântara.

***
Não resisti... Amanheci com essa canção,
divido...

Um Homem Também Chora
(Guerreiro Menino)
Gonzaga Jr.

Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
da própria candura
Guerreiros são pessoas
tão fortes, tão frágeis
Guerreiros são meninos
no fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sono
que os tornem refeitos
É triste ver meu homem
guerreiro menino
com a barra do seu tempo
por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
a dor que tem no peito
pois ama e ama
Um homem se humilha
se castram seus sonhos
Seu sonho é sua vida
e vida é trabalho
E sem o seu trabalho
o homem não tem honra
E sem a sua honra
se morre, se mata
Não dá prá ser feliz,
não dá prá ser feliz.



Escrito por Eliane Alcântara. às 08h48
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