
Esboço.
Quando sinto sua pele a minha roçar Gozo nossas leves mordidas E golpeio sua nuca com a língua.
Meu corpo em festa É entrega, devoção sem dúvidas, Envolvimento em arte e prosa.
Remete-me seu amor desesperado Em dedos juntos, suados, melados. No colchão joelhos fincados: suave adesão.
Dono dos meus carinhos sorri safadamente. Minha boca engole a sua, salivada. Morno enxerta os meus delírios.
Lambo-o, cadela carinhosa com a cria. Da sublimidade do ato, o que mais amo, É seu jeito animal a tatuar-me os dias.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 12h35
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Sopro.
Ando atualizando a vida onde seu nome sobra poeira inútil.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 22h46
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Um talento nato registrando sua assinatura poética Na formação do seu refinamento lingüístico, antevê-se o perfil dos prodigiosos escritores que, desce cedo, são ávidos leitores. Não se pode negar às suas inúmeras leituras, o mérito do aprimoramento da Língua como ferramenta de trabalho, que foram passos sólidos para Eliane Alcântara despontar para as letras. Quer como contista, quer como poeta erótica, colunista ou declamadora, a autora destaca-se por um estilo inédito e, ao mesmo tempo, refinado, encontrando seu nicho nas artes literárias, onde, com toda certeza, com a catarse que a arte de escrever lhe provoca, vive em condições muito especiais, onde a maioria das pessoas não atinge. Esse seu, pode-se assim dizer, derramamento desenfreado de sentimentos mexe com os afortunados que têm a oportunidade de lê-la. Como se sua catarse poético-terapêutica tivesse como finalidade o reconhecimento, a aceitação da beleza do encontro e da partilha de dois indivíduos que se mesclam, em momentos íntimos de ternura e prazer. É preciso generosidade até para estar com o outro, de onde vem o retorno que completa e faz feliz; segredo do sucesso de uma relação prazerosa, que causa leveza, deixando a séculos de distância a conotação de pecado. Sua mimese, isto é, imitação da realidade em letras, sua realização como mulher, base do desenvolvimento do trabalho, apresenta as facetas do espelho, do encontro com o outro, do avesso; todas encantadoras e surpreendentes. Seu erotismo é classificado como o fino fio que tece a humanidade. Afinal, encontros sensuais marcaram nosso nascer para o mundo. No seu contexto, são descartados os encontros infelizes, as perversões da mistura íntima de seres que se machucam, que não se completam mas mesclam-se no ato sexual. O ser humano precisa se dar conta que o peso leve da sensualidade permeia seus caminhos, de uma forma sadia e feliz, permitindo aprender de si no outro, deixando um pouco de leveza ao indivíduo que carrega pesos do mundo, quando encontra seu referente, outro indivíduo que se encaixa nele tão bem como se sempre assim já tivesse sido. É preciso tirar as viseiras que as muitas concepções errôneas causaram ao homem. O erotismo é parte integrante do ser humano. São tantas as partes do ser humano… E todas são humanas, são verdades, são belas. Obra alguma de Deus não se pode desqualificar. É acreditando que, acima da arte, está a sua contribuição para seres humanos mais felizes, que a poeta transforma-se em poesia. Generosa, quer compartilhar com o mundo sua descoberta. Verdade é que muitos já tentaram faze-lo, mas longe da sua fluência verbal e da delicadeza das palavras para dissecar o sagrado da intimidade. “Escrever é como o ato de ler. Temos que voar. Libertar as asas e descobrir que o céu não oferece limites”, disse esta poeta uma vez. É a necessidade do encontro e erotismo latente em cada pessoa que parece dizer “Engula o seu jeito atrevido que eu esperei muito para comer sua boca e não serão palavras que impedirão que eu rasgue os seus segredos”. Muitas vezes, todos experimentam momentos em que sentem-se sós, ainda que acompanhados. Há uma superação poética na literatura de Eros Feminino, como se causasse ao leitor um êxtase existencial. É sua missão escrever, desbravando induções, revelando beleza onde muitos só vêem pecado. E, assim, afastam-se do reconhecimento mais íntimo de si no encontro com o outro. Descubram também vocês o secreto de cada um de nós no Encontro Íntimo que nos proporciona seu Eros Feminino. Aguardem para o segundo semestre de 2009 esse lançamento imperdível. CRUZ, Ana da. Um talento nato registrando sua assinatura poética (Crítica Literária). Mural dos Escritores. URL: [http://muraldosescritores.ning.com/profiles/blogs/um-talento-nato-registrando] 31/01/2008.
Escrito por Eliane Alcântara. às 14h47
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Poema Passional.
Cala o silêncio que não se manifesta,
a dor que permeia aquele riso sem brilho.
O frio toca passeando no fundo do vazio.
Não há gritos de desespero nem de horror.
Apenas as pernas soltas.
Livres e presas no elo de nós dois.
Rompe a manhã oculta, luzes se apagam.
Sons circulam minha presença.
Ideais, idéias diversas caminham.
Seguem.
E nós seguimos com as horas,
companheira do sofrimento,
a trasnformar-nos em amantes.
Rascunhos na borda de um copo.
Espuma que some.
Gosto que fica, além do silêncio.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 21h20
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Solidão.
Ando as tantas inventando novas viagens.
Cansei de olhar ao redor e não enxergar.
Dias atrás estive não sei onde.
E lá aonde tudo era perfeito pari outra.
Agora ela persegue os meus mundos
Estou voltando para o enigmático deserto.
Lá os crimes são perfeitos: pó a pó.
Basta de fantasias, ela que se afogue areia.
Sou medusa dos meus próprios reinos.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 12h17
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Dias meus.
Tem dias que brinco comigo e busco um sorriso em algum fundo de traço, talvez um caminho em que me encontre ou algum outro no qual me perca. Tem dias que dispo minha alma e reviro-me criança fera de um não delírio. Deixo a tristeza pintar um mar e nuvens filmarem alegria. Tem dias que cavalgo poesia e planto palavras nos pés de meus anseios, outros rasuro malícia e desmancho segredos tatuados na ponta de alguns prazeres. Nos dias escritos desencravo dores destilo amores e afago torrentes. Tem dias que saio de mim olho de fora e queimo por dentro. Tem dias nos dias férteis que viro semente e de mim broto mulher alucinada com minhas taras e meus frágeis medos. Tem dias que esqueço de mim e sem querer me acho, inteira.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 09h18
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Plena imaginação.
Amo seu cheiro que vem com o vento Acordar meus suspiros, acender minha teimosia. Amo suas mãos delirantes a passear meu corpo, Descobrir novas formas de prazer. Entrego meus sentidos aos seus delírios, Quentes abraços de ternura. Visto a tarde de sussurros em seu ouvido, Aninho minha sede em sua pele adocicada. Beiro a consagração de nossos órgãos, Enlaço nossas bocas ao cabível no que entorna de nós ao ar. Relaxo minhas conclusões, embaralho nossas vestes. Deslizo audácia em sua fome, comendo do que nos alimenta. Amo sua determinação ao tomar-me, Ao conduzir-me ao paraíso dos mortais, Quarto crescente de tudo que nos é destinado. Escolho um som para nos musicar E de olhos fechados valso seu corpo Em serena e louca perseguição. Amo essa fantasia ensolarada, esse perfil cabalístico, A tecer de nós um desejo único: Esgotar de prazer escoando em início O fogo que me queima quando penso em você.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 14h14
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refrescante.
no banho a mão escorrega espuma e bolhas . . . ... escondem a água morna escorre e o calor junto a ela satisfeito d e s c e . . . ralo abaixo.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 16h26
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Roubei essa imagem do endereço: cassiojps.brinkster.net/ porto/ Não sei de quem é...

Peço desculpas pela ausência aqui e nos blogs das pessoas amigas. Voltarei em breve. A postagem desse soneto não é por falta dos meus rabiscos. Continuo escrevendo. É por medo do eu-poético, meio louco esses dias... Porém... Estamos em excelente companhia!!! Beijos.
Ah, um soneto... Fernando Pessoa - Álvaro de Campos
Meu coração é um almirante louco que abandonou a profissão do mar e que a vai relembrando pouco a pouco em casa a passear, a passear...
No movimento (eu mesmo me desloco nesta cadeira, só de o imaginar) o mar abandonado fica em foco nos músculos cansados de parar.
Há saudades nas pernas e nos braços. Há saudades no cérebro por fora. Há grandes raivas feitas de cansaços.
Mas - esta é boa! era do coração que eu falava... e onde diabo estou eu agora com almirante em vez de sensação?...
***
Escrito por Eliane Alcântara. às 09h52
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Ok... Tentativa. Pensei em inserir um poema no outro, ou seja, deixar que um com final, sem ponto final puxasse outro.
***
Ontem
As fendas nas quais cultivavas meus sorrisos eram ideogramas de leituras não feitas por minhas inconciliáveis palavras, margem de pus e suor em meu peito
Ainda
Do lado de lá circulavam manhãs quando eu tardia pioneira do nada abria a mochila de meus sentimentos e via voar sem um mínimo de pressa faíscas molestadas por minhas asas, plumas seduzidas em alinhamento idôneo, verão calvo de um sol desfeito
Mas
Nada tendo de nada que sei e do que sei tendo nada, apenas carreguei mãos abertas a benzer teus olhos com loucura meio a razão e a tentação
Agora
Dou-te sem medo do que não sei minhas horas vividas, vindouras. Faz tempo ... um dia eu serenei... Hoje orvalho sendas... Por zelo leva a faixa à vida. Prossigas!
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 18h47
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Emocionada divido com vocês esse presente que mais que uma surpresa deixou mais alegre meu dia : ) Muito obrigada, Devair! Beijos. Eliane.
***

Amor e Amizade.
Eu quero
Lhe dar pelo menos um Instante de inspiração! A paixão, o amor Nunca faz mal a ninguém! Escritora dos apaixonados. Fazendo alegria de quem gosta de
Amar
Linda e
Carismática, poderia escrever um
MontÂo de adjetivos que justificaria toda sua beleza exterior... mais a interior é que te faz grande!
Te amo sem te amar...
Amor como as águas de um
Rio que se passa levando consigo o nutriente para um
Amor apaixonado de dois amigos.
Devair G. Oliveira
Escrito por Eliane Alcântara. às 16h17
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Encontrei esse escrito com o poeta Jorge Humberto (2003). Postando...
A começar.
Sem solidão, com saudade canta o poema frágil respirando o vento a varrer o chão nas canções e devaneios a fazer companhia na manhã quando a sombra é efeito da luz a luzir por missão do contínuo existir.
Eliane Alcântara. 29/07/03
***
A terminar
Minha alegria, minha canção, Meu poema que percorro Noite e dia, minha solidão, É devaneio, sensação na pele, Cacos pelo chão que o vento repele, Por isso eu digo, pau ou pedra, Que se a ambos medra A sombra, por inflexão da luz, O que neles deixo, em mim é E já reluz.
Jorge Humberto. 29/07/03.
Escrito por Eliane Alcântara. às 09h09
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Esta foto é da primeira flor que surgiu em meu quintal, no qual tenho insistido criar um jardim. Para você, Luiz Magno, que tanto me incentiva a prosseguir com esta idéia (do jardim).

Trepadeira. Minha boca amanheceu botão Cada galho Suguei de teu orvalho Engalha teu sexo Razão para o meu florir. Ao meu desejo.
*** Sementes Virgens. Não vesti manhã Nem tudo morre Não ousei calçar sol Nem tudo some Minei temperatura Tua masculinidade (adequada) Ecoa em mim A sua brotação. Rumo ao futuro.
Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 14h58
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Maturação. Pelo silêncio das palavras em mim emudecidas Forço um poema e deixo-o adormecer nas horas, Bebê saciado com leite materno. Sinto-o aninhado em minhas entranhas, Carícia bem leve pela trilha de meus amores E mudanças tantas em um país sem medo Das cores senhoras de nossa raça. Rezo um pouco para deuses e santos, Quero a comédia de alguns E a sanidade extrapolada de outros. Peço um verso aos meus dedos, Uma rosa para quem tem fome de vida, Pão para quem tem sede de corpo. Observo a carência de tudo E o segundo corre a gritar pelo dia, Minha fonte de claras proezas, Sentimentalidade concreta __ roda de brincadeiras__ Ingênua maneira de ver O poema que agora é pique esconde Lá no fundo de meus pensamentos. Dorme, menino, dorme. Amanhã a dor irá passar e você acordará Novo, pronto, livre das rédeas, guerreiro! Eliane Alcântara.
*** Não resisti... Amanheci com essa canção, divido...
Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino) Gonzaga Jr.
Um homem também chora Menina morena Também deseja colo palavras amenas Precisa de carinho Precisa de ternura Precisa de um abraço da própria candura Guerreiros são pessoas tão fortes, tão frágeis Guerreiros são meninos no fundo do peito Precisam de um descanso Precisam de um remanso Precisam de um sono que os tornem refeitos É triste ver meu homem guerreiro menino com a barra do seu tempo por sobre seus ombros Eu vejo que ele berra Eu vejo que ele sangra a dor que tem no peito pois ama e ama Um homem se humilha se castram seus sonhos Seu sonho é sua vida e vida é trabalho E sem o seu trabalho o homem não tem honra E sem a sua honra se morre, se mata Não dá prá ser feliz, não dá prá ser feliz.
Escrito por Eliane Alcântara. às 08h48
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2005 – 2006. Faltam poucas horas para o próximo ano... Eu, de folga da escrita pensei sobre o que escrever. Não sou boa com datas. Prezo pelo o sentimento do momento, a emoção. Complicado escrever de outra forma. Olhei ao redor, pensei em falar da infância. Das noites que passei em claro a contar os dias. Recordei de minha avó a fazer meu bolo de aniversário à noite para que fosse surpresa no dia primeiro. Suas lágrimas pela morte de meu avô nesse dia e a força que ela sempre fazia para sorrir. Depois corri para a adolescência. Almoço para os amigos e o tradicional bolo que eu não via mais quando era feito, eu estava para a rua ou para a igreja. Mais à frente, apenas as visitas a casa dela e o mesmo almoço e bolo. Acredito que para ela nunca serei a Eliane ‘grande’. Em flash, deitei e fiquei a montar o quebra-cabeça de minha vida. Tantas coisas! Os primos reunidos, pai e avó, as tias e tios a provar que para eles eu era a única pessoa do mundo, os amigos, os abraços, os beijos e a cachaçada marcada para quando estivéssemos na rua. Virada de ano longe de familiares - passeio com amigos, virada de ano a escutar fogos e respirar a brisa do mar, virada de ano com meus amores. Virada de Ano com amigos repentinos já que os outros estavam a viajar. Virada de ano na net esperando um oi. Virada de ano na beirada do fogão a preparar os comes e bebes para receber as visitas no dia seguinte. Virada de ano com minha tia, a esperar que ela terminasse minha roupa. Virada de ano com poemas, vinho e a solidão. Virada de ano colada ao telefone. A última? Bem... Viajei. Encontro com o mar. Às 23 horas decidi que queria ficar em casa – sozinha. Todos foram ver os fogos... Fiquei a escutá-los. Churrasco no primeiro dia do ano a beira da praia com direito a parabéns público. Tantas viradas. Somarei 33 anos. Muitas viradas! Alegria em todas, mas sobre o que irei escrever? Hummm... Já sei! Algo aos meus amigos que acolhem a vida como um dom e sabem que a mesma é uma loucura.
Aqueles que por mais um ano suportaram minhas fraquezas, minhas lágrimas, minhas manias de querer ver as coisas em seus lugares. Aos que choraram comigo e me deram seus braços em um abraço gostoso quando eu procurava um carinho. Aqueles com os quais aprendi muitas coisas sobre a vida e suas ciladas. Aos que falaram besteiras, enviaram piadas, poemas, textos e textos. Aos que escreveram um pouquinho de suas vidas ao lado da minha e acreditaram no valor da amizade. Aqueles que riram de minhas utopias, dos copos que bebi sozinha papeando na net e sorriram dos meus tombos (um joelho dolorido até hoje). Aos que ficaram tontos comigo e curtiram as ressacas. Aqueles que me arrancaram rabiscos porque queriam ler. Aqueles que imaginaram uma noite 'perfeita' quando o sol queimava lá fora e as flores pediam água para alimentar a aridez de suas raízes. Aos que falaram de desejos, que os partilharam da forma mais bela e pura que é possível imaginar. Aos que enxergaram em meus rabiscos uma maneira de conversar com sua sensibilidade e, ao meu lado falaram de suas vidas. Aqueles que vasculharam meus mistérios e no fim descobriram que não os tenho, que sou quem sou. Aos que aconselharam, silenciaram e me fizeram rir dos problemas aos quais eu imaginava sem solução. Aos que encaminharam mensagens para dizer: ‘ei, estou aqui, tá?! não sumi’. Aos que eu não sei como agradecer porque foram mais que amigos ou familiares. Aqueles que conheci diversas vezes já que só mudaram o ‘nick’ na net. Aqueles que brincaram com o meu jeito de não ligar para coisas chatas e confusas. A todos, sem exceção, venho trazer um beijo terno, um abraço longo e a famosa frase ‘amo você!’. São palavras em meus dedos, sentimentos... e encolhem emocionados. Vocês são fascinantes! Para não ficar chata, desejo alegrias infinitas e caso não seja possível, meus votos são de eternas alegrias : ) Beijos e um 2006 maravilhoso para todos nós! Obrigada por tudo! Eliane Alcântara.
Escrito por Eliane Alcântara. às 17h43
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